Essa semana recomecei a jogar Commandos: Behind Enemy Lines. O primeiro da série Commandos. O wine roda perfeitamente este game, que tenho no Steam.
O problema é que, talvez, por descuido de um programador (da Pyro Studios ou Steam), os itens "Save Game" e "Load Game" do menu do jogo estavam desabilitados. Para quem já jogou, sabe que Commandos: Behind Enemy Lines é extremamente difícil e é impossível jogar sem salvar o jogo.
Depois de pesquisar um pouquinho encontrei a solução no fórum do Steam.
Abra o arquivo Comando.cfg (no meu caso, localizado em /home/usuario/.wine/drive_c/Program Files/Steam/SteamApps/common/Commandos Behind Enemy Lines/OUTPUT) e adicione as seguintes linhas no final do arquivo:
.SIZE [ .INITSIZE 3 ]
.PROFILE [ .USER 0 ]
.DEVELOP 1
Salve o arquivo e divirta-se :)
Por algum motivo misterioso o password não funciona mais. Quando entro em um novo jogo com password, a primeira fase é a carregada, independente do password. Se alguém souber resolver este problema, por favor, comente!
Um abraço, até mais.
sábado, 22 de março de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Dependências para Compilar o Wine Versão Desenvolvimento
Para compilar o Wine no meu Debian Sid (amd64) precisei instalar as seguintes dependências:
libfreetype6-dev:i386 libxcursor-dev:i386 libxi-dev:i386 libxcomposite-dev:i386 libglu-dev:i386 libosmesa6-dev:i386 libdbus-1-dev:i386 libhal-dev:i386 libsane-dev:i386 libldap-dev:i386
Infelizmente não consegui satisfazer a dependência das seguintes bibliotecas:
libgnutls 32-bit development files not found, no schannel support.
gstreamer-0.10 base plugins 32-bit development files not found, gstreamer support disabled
libcups 32-bit development files not found, CUPS won't be supported.
O aptitude não consegue satisfazer as dependências destas bibliotecas ou tenta remover muitos pacotes essenciais para o funcionamento do meu ambiente desktop atual (LXDE).
No momento que escrevo este texto, a versão de desenvolvimento do Wine é a 1.7.12.
ATUALIZAÇÃO (21/02/2014)
No estado atual dos repositórios do Debian Sid consegui instalar as bibliotecas libcups2-dev:i386 e libfontconfig-dev:i386, que resolvem duas dependências.
Neste exato momento estou compilando a versão 1.7.13 do Wine.
ATUALIZAÇÃO (21/02/2014)
No estado atual dos repositórios do Debian Sid consegui instalar as bibliotecas libcups2-dev:i386 e libfontconfig-dev:i386, que resolvem duas dependências.
Neste exato momento estou compilando a versão 1.7.13 do Wine.
Até a próxima.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Como converter um UNIX Timestamp para um formato legível para humanos
Segundo a Wikipédia "A Era UNIX ou Posix Time ou Unix epoch ou Unix Timestamp teve início no dia a 1 de janeiro de 19701. O nome se deve ao fato de esta data, dia 1 de janeiro de 1970 às 00:00:00 do Tempo Universal Coordenado (UTC) no calendário gregoriano proléptico, ser o marco zero do sistema de calendário usado pelo sistema operacional UNIX. Também pode ser chamada de era POSIX."
Para converter um UNIX Timestamp para uma data em um formato legível para humanos, basta usar o comando date com o parâmetro --date ou -d:
$ date -d @Unix Timestamp
ou ainda:
$ date --date @Unix Timestamp
Um exemplo real, com a saída:
$ date -d @1390299811
Ter Jan 21 08:23:31 BRST 2014
Lembrando que estou usando o date do GNU coreutils. Se você estiver utilizando outra implementação e souber a solução, por favor, comente que atualizo o post.
Até a próxima.
Fonte
Para converter um UNIX Timestamp para uma data em um formato legível para humanos, basta usar o comando date com o parâmetro --date ou -d:
$ date -d @Unix Timestamp
ou ainda:
$ date --date @Unix Timestamp
Um exemplo real, com a saída:
$ date -d @1390299811
Ter Jan 21 08:23:31 BRST 2014
Lembrando que estou usando o date do GNU coreutils. Se você estiver utilizando outra implementação e souber a solução, por favor, comente que atualizo o post.
Até a próxima.
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domingo, 19 de janeiro de 2014
Como utilizar arquivos compartilhados pelo Samba na linha de comando
É muito comum acessar diretórios compartilhados através do Samba pela interface gráfica. Você abre o gerenciador de arquivos Nautilus, digita smb://endereco-ip-do-compartilhamento e acessa os arquivos normalmente. Simples assim.
O problema acontece quando você quer utilizar uma ferramenta de linha de comando em um arquivo ou diretório que está em um compartilhamento Samba. Por exemplo: Como utilizar o grep no arquivo localizado em smb://10.1.1.1/arquivos/lista.txt?
grep -Irin --color "compras" smb://10.1.1.1/arquivos/lista.txt
O comando acima falharia miseravelmente.
Tendo acesso ao usuário root, existem duas soluções:
Utilizar o comando mount ou adicionar uma linha referente ao ponto de montagem no arquivo /etc/fstab.
E como acessar os arquivos/diretórios sem permissão de root?
Você pode utilizar o smbclient, copiar o arquivo e fazer qualquer coisa com ele. Nada prático!
A segunda opção é bem mais prática. Quando você utiliza o protocolo do Samba no Nautilus (smb://10.1.1.1/, por exemplo), o daemon do sistema de arquivos GVFS monta automaticamente o compartilhamento em um diretório do sistema.
O diretório utilizado como ponto de montagem varia de acordo com a distribuição Linux utilizada. Algumas utilizam o diretório ~/.gvfs/, outras utilizam /run/user/id-usuario/gvfs, onde id-usuario pode ser obtido através do comando id -u.
Ao descobrir qual diretório foi utilizado, basta acessa-lo e utilizar a linha de comando nos arquivos que você quiser. Por exemplo:
grep -Irin --color "compras" /run/user/1000/gvfs/arquivos/lista.txt
Bem simples, do jeito que tem que ser!
Até a próxima!
Fonte
O problema acontece quando você quer utilizar uma ferramenta de linha de comando em um arquivo ou diretório que está em um compartilhamento Samba. Por exemplo: Como utilizar o grep no arquivo localizado em smb://10.1.1.1/arquivos/lista.txt?
grep -Irin --color "compras" smb://10.1.1.1/arquivos/lista.txt
O comando acima falharia miseravelmente.
Tendo acesso ao usuário root, existem duas soluções:
Utilizar o comando mount ou adicionar uma linha referente ao ponto de montagem no arquivo /etc/fstab.
E como acessar os arquivos/diretórios sem permissão de root?
Você pode utilizar o smbclient, copiar o arquivo e fazer qualquer coisa com ele. Nada prático!
A segunda opção é bem mais prática. Quando você utiliza o protocolo do Samba no Nautilus (smb://10.1.1.1/, por exemplo), o daemon do sistema de arquivos GVFS monta automaticamente o compartilhamento em um diretório do sistema.
O diretório utilizado como ponto de montagem varia de acordo com a distribuição Linux utilizada. Algumas utilizam o diretório ~/.gvfs/, outras utilizam /run/user/id-usuario/gvfs, onde id-usuario pode ser obtido através do comando id -u.
Ao descobrir qual diretório foi utilizado, basta acessa-lo e utilizar a linha de comando nos arquivos que você quiser. Por exemplo:
grep -Irin --color "compras" /run/user/1000/gvfs/arquivos/lista.txt
Bem simples, do jeito que tem que ser!
Até a próxima!
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